COMORES

Aziel e a Fúria pela Natureza de Comoras

Nas ilhas de Comoras, onde o oceano beijava praias vulcânicas e as florestas dançavam ao vento, o equilíbrio da natureza era sagrado. Porém, uma corporação gananciosa chegou às ilhas, trazendo máquinas gigantescas para explorar os recursos naturais. Eles planejavam derrubar as florestas e drenar o mar para lucros, ignorando os gritos da terra e do povo.

Aziel, o guardião celestial de Comores, sentiu o desequilíbrio quando o primeiro baobá foi derrubado. A terra gemeu, e ele desceu dos céus, suas asas negras se abrindo como um trovão sobre o campo de destruição. O céu ficou carregado, e os trabalhadores fugiram, aterrorizados pela presença do arcanjo.

Mas seu líder não desistiu, um homem frio e déspota, ativou máquinas que despejavam fumaça negra e liberavam energia tóxica, criando uma criatura colossal feita de poluição e metal. A entidade crescia a cada árvore caída e a cada gota de óleo derramada no mar.

Aziel enfrentou a criatura com uma fúria divina. Sua espada de luz cortava suas garras metálicas, mas a entidade se regenerava, alimentada pelo desrespeito humano pela natureza. A batalha varreu florestas e praias, enquanto o arcanjo lutava para salvar cada pedaço daquela terra sagrada.

Quando a força parecia abandonar Aziel, ele ouviu os cânticos do povo de Comoras. Homens, mulheres e crianças, de mãos dadas, começaram a entoar preces antigas ao arcanjo e à natureza. Inspirado pela união deles, Aziel canalizou sua energia para a terra, o mar e o céu. As árvores ergueram suas raízes contra as máquinas, o mar subiu para afogar os poluentes, e o vento se tornou um vendaval que varreu a criatura de metal para longe.

Kael tentou escapar, mas Aziel o confrontou, deixando uma mensagem clara:

— Você não destruirá o que é eterno. A natureza é viva, e aqueles que a ferirem enfrentarão minha ira.

Com isso, o arcanjo ergueu suas asas e liberou uma onda de luz que purificou a terra e restaurou o equilíbrio. Antes de desaparecer nos céus, ele olhou para o povo de Comoras e disse:

— Vocês são tambem os guardiões desta terra. Protejam-na com amor, pois ela é a fonte de sua vida.

As ilhas floresceram novamente, e o povo nunca mais esqueceu a batalha de Aziel, o protetor eterno de Comoras e de sua natureza sagrada.

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