Era uma noite de terror absoluto atingiu a Ilha de Granada em julho de 2024.
O furacão Beryl, de categoria 5, avançava com fúria sobre Granada, um país marcado pela beleza das suas ilhas e a tranquilidade de seus habitantes. O vento cortava como lâminas afiadas, e a chuva, como se fosse aço, dilacerava tudo em seu caminho. Com ventos de até 260 km/h, o furacão avançava devastando tudo, e nada poderia resistir à força de sua passagem.
Casas, ruas, lojas e escolas, tudo se despedaçava sob o impacto da tempestade. O pânico tomou conta das cidades e vilarejos. Mas, para a surpresa de muitos, algo incomum aconteceu. Apesar de a destruição ser imensa, os moradores da ilha se viam, perplexos, ao perceber que as mortes eram poucas. Apenas sete vidas se perderam, algo que era visto por muitos como um milagre, dado o poder arrasador do furacão.
Os mais velhos, aqueles que tinham visto a história da ilha e dos ventos muitas vezes, sussurravam entre si. Eles falavam de algo que não se via todos os dias. Durante o auge da tempestade, quando a fúria do furacão parecia insuportável, raios de luz azulada e dourada surgiram no céu, iluminando as nuvens negras da tempestade. Não eram trovões, não eram relâmpagos naturais. Eram luzes sobrenaturais, algo que desafiava toda explicação.
E foi assim que os mais sábios da ilha começaram a contar a história: era Anya, o Arcanjo protetor de Granada, que estava ali, em meio ao caos, protegendo as vidas de todos os habitantes da ilha.
Anya, com suas asas poderosas, irradiava uma energia que dissipava a fúria da tempestade, guiando as pessoas para os refúgios, criando escudos invisíveis ao redor das casas mais frágeis, protegendo os que estavam mais vulneráveis. Sua presença era uma força de serenidade no olho do furacão, e sua luz era um farol de esperança em meio ao terror.
Quando a tempestade finalmente se acalmou e os ventos cessaram, a ilha ficou em ruínas, mas as vidas estavam salvas. Anya, que tinha se mantido invisível para a maioria, agora era conhecida por todos. Ela havia transformado o impossível em uma realidade, fazendo com que o furacão mais devastador da história do país resultasse em um número surpreendentemente baixo de vítimas.
Em meio as vibrantes vielas de Granada, com suas casas coloridas e a atmosfera festiva, está Anya. Uma jovem granadina, com uma beleza exótica e um olhar intenso. Seus cabelos escuros e curtos, juntamente com as tatuagens que adornam seu corpo, contrastam com a pele clara. As asas negras imponentes que brotam de suas costas são um lembrete de sua natureza divina.
Anya, apesar de sua aparência humana, é na verdade um arcanjo ancestral, responsável por proteger os sonhos e as noites da humanidade. Ela foi banida para o mundo mortal há milênios, como punição por um erro cometido no passado. Agora, presa em um corpo humano, Anya vaga pela Terra, buscando redenção e tentando reconectar-se com suas origens divinas.
Durante um festival local, Anya sente uma perturbação nas energias cósmicas. Um antigo mal está se espalhando, ameaçando mergulhar o mundo em um eterno pesadelo. A arcanja se dá conta de que sua presença é necessária para restaurar a ordem.
Anya precisa reunir artefatos sagrados, espalhados por todo o mundo, para fortalecer seus poderes e derrotar a entidade sombria. Sua jornada a levará a lugares exóticos, onde encontrará aliados e inimigos inesperados.
A batalha final acontece em um local místico, onde a deusa enfrenta a entidade das trevas. A luta é intensa e cheia de simbolismos, representando o confronto entre a luz e as trevas, o bem e o mal.
Ao vencer a batalha, Anya não apenas salva o mundo, mas também encontra a paz interior que tanto ansiava. Ela pode finalmente retornar ao seu reino celestial, mas decide permanecer no mundo mortal por um tempo, guiando e protegendo a humanidade.