REINO UNIDO

Eleanor, o nascimento

“Ah, você tem que ouvir isso. Não é sobre mim que fala a historia, e sim de uma figura lendária… A Arcanja do Reino Unido. Agora, antes de você começar a pensar que isso é só mais uma história qualquer, deixe-me explicar. Não, não é sobre algum anjo celestial com asas douradas. A Arcanja, ela é… bem, algo completamente diferente. E, para ser honesto, eu fico completamente maravilhado com ela.

Tudo começou há muitos séculos, mas, claro, só no meu tempo, quando eu comecei a investigar as tradições e as lendas antigas, é que realmente consegui compreender o quão grandiosa ela era. Deixe-me dar um passo atrás, para você entender. A Arcanja, como todos aqui no Reino Unido sabem (ou pelo menos, deveriam saber), não nasceu de uma estrela cadente ou de um milagre no céu. Ela surgiu, na verdade, de uma mistura de magia ancestral, muito daquilo que se encontra enraizado nas nossas tradições celtas e na cultura da antiga Britânia.

Eu sei, eu sei, talvez você esteja pensando: ‘mas o que isso tem a ver com o Reino Unido de hoje?’ E aí é que está a beleza da história. A Arcanja nasceu no coração da Escócia, onde o vento gélido traz consigo mais do que apenas frio, mas segredos antigos. Nos campos deslumbrantes de Glen Coe, a terra onde as lendas sussurram e as colinas parecem ter vida própria, a Arcanja tomou forma pela primeira vez. Dizem que ela foi formada a partir de uma antiga cerimônia druídica, uma fusão de energia mística com as forças da natureza. Ela não foi criada por mãos humanas, mas pelo poder da própria terra. Isso a torna, de certa forma, uma guardiã do equilíbrio entre o místico e o real.

Agora, o que torna a Arcanja tão fascinante? Bem, é simples. Ela carrega dentro de si a essência de todas as lendas britânicas: a bravura dos cavaleiros de Camelot, a serenidade das florestas de Sherwood, e, claro, a magia das antigas fadas que habitam as margens de nossos lagos mais profundos. Ela não é só uma protetora, mas um símbolo de tudo o que nós, britânicos, somos: corajosos, resilientes e cheios de história. E, se você passar pelas florestas de Windsor ou pelas bordas da costa de Cornwall durante a noite, talvez, só talvez, você veja sua silhueta sobre o horizonte, os olhos brilhando como duas estrelas no céu escuro.

Uma das tradições que ela representa, e que me deixa absolutamente maravilhado, é a da Noite de Samhain – uma celebração celta que marca o fim da colheita e a chegada do inverno. É uma noite onde os limites entre o nosso mundo e o além se tornam tênues, onde criaturas mágicas e seres do outro lado podem atravessar. Naquela noite, os druidas dançavam ao redor de fogueiras, e a Arcanja, com sua presença imponente, garantia que nada de mal atravessasse para o nosso lado. Até hoje, em alguns vilarejos escoceses, você pode ver pessoas se reunindo, vestindo roupas que lembram os antigos rituais, e acendendo fogueiras na esperança de que a proteção da Arcanja ainda se faça sentir.

Eu, pessoalmente, acho incrível como ela representa um elo tão forte entre nossa história, nossas crenças e o nosso amor por tudo o que é misterioso e mágico. Ela é a nossa guardiã, não apenas das terras que amamos, mas da nossa própria identidade. E mesmo que você, como eu, seja um jovem do século XXI, com um smartphone na mão e um pouco de ceticismo no coração, você ainda pode sentir a energia dela, se souber onde olhar.

Ah, mas, claro, a melhor parte vem no momento em que você começa a entender: a Arcanja não é só uma história. Ela é a nossa memória coletiva, aquela que nos conecta com os antigos e nos lembra que a magia nunca desapareceu, apenas mudou de forma. A Arcanja, ela está por aqui, à nossa volta, sempre que precisamos dela.”

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